terça-feira, 23 de maio de 2017

Quem quer luta para ser



Jacir Camala - O perfilado

Deu-se o pôr-do-sol do dia 14 de Maio de 1988, nasceu Jacir Camala, não era Cristo mas nasceu em Belém na Guiné Bissau. Um homem de carácter simples, simpático, humilde, carismático e com força de vontade suficiente para quem gosta de lutar sempre para ter mais, no entanto, a ambição também faz parte do seu ser.
Foi para terra longe e aterrou em Cabo Verde, onde atualmente vive, por cerca de 9 anos, mais precisamente na cidade da Praia, bairro da Achadinha. Solteiro porém, é pai de uma filha.
A sua simpatia e carisma lhe renderam um trabalho de recepcionista, no Condomínio Atlântico II, em Cidadela, cidade da Praia. Mas a sua força de vontade e ambição, faz do mesmo, ser um craque de futebol nas suas horas livres.
Deu nas vistas aos 13 anos, na escola Mavegro Futebol Clube em Bissau, o que lhe possibilitou a chance de representar por um ano Bula Futebol Clube, oriundo de um empréstimo.
Em Cabo verde já vestiu a camisola de equipas de Tope como: Boavista e Académica, actualmente alinha-se no Delta Futebol Clube. A sua maior ambição é continuar a jogar futebol, no entanto, sonha jogar futebol a nível profissional, nem que Seja por um ano.

Jovens com ambições de vida

Denilson Lopes dos Santos - O Perfilado


Num belo dia, como 20 de maio de 1993, nasceu um rapaz de nome, Denílson Lopes dos Santos, era o terceiro filho entre seis irmãos, todos de uma mãe empregada domestica e de um pai carpinteiro, numa família de oito pessoas, no bairro da Achadinha.
Hoje, um homem já feito, com 23 anos e 1,80 de altura, pele negra e cabelos crespos, características dignas de nos fazer lembrar o velho continente Africano. Solteiro mas pai de uma filha, fruto de um dos vários relacionamentos que teve.
Apaixonado pelo futebol e amante do clube tetracampeão das últimas épocas em Portugal, Benfica. Dono de um paladar simples e sofisticado, adora apreciar um bom peixe frito e não descarta a companhia de amigos numa boa paródia nos finais de semana.
Trabalha como segurança na empresa Silmac por dois anos, este jovem ambicioso e sonhador, afirma que faz tudo isto por amor a filha, pelo qual luta para dar e garantir um bom futuro.
Carrega dentro de si um grande sonho, que é de fazer a carta de condução, arranjar um emprego mais digno, constituir uma família e ter casa própria.

Multidão atraidos pelas cavalgadas

Ribeira de  Moinho e Lem-Cachoro
Corridas de Cavalos na ribeira de Lém-Cachorro e Moinho, atraem um publico imenso, todos  pelas cavalgadas. 
Em comemoração do dia do Município da Praia, 19 de Maio, a edilidade praeense tem como objectivo criar várias actividades de entretenimento para o público, além do Festival da Gamboa.

 Uma das actividades feitas pela Câmara Municipal da Praia, são as habituais corridas de cavalos realizadas anualmente, na ribeira que faz a ligação entre as zonas de Moinho e Lém-Cachorro na cidade capital, levanto sempre multidões de espectadores á esse espaço.

É de ressaltar que esta corrida foi realizada entre os dias 20 e 21, e nesse mesmo lugar irá ter espaço para um torneio de sub 21 e senior´s com equipas locais e não só, também realizada pela autarquia.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Nota Positiva ao Festival da Gamboa


 
Palco da 25ª edição do Festival da Gamboa, em ambiente de Festa
Praenses dão nota positiva a 25ª edição do Festival da Gamboa, este ano com especial a "rainha di finason", Nha Inacia Gomes.

Durante três dias, 19,20 e 21 dos mês recorrente, decorreu na Praia da Gamboa a sua 25ª edição desse festival com um leque de 12 artistas,  com maior enfase para o Angolano C4 Pedro.

De acordo com Isaías Tavares " foi um otimo festival, diverte me imenso com os meus amigos e no que toca ao espectáculo foi agradável" na mesma linha surge Ana Veiga, com o seguinte "gostei de tudo, principalmente do ambiente e dos espectáculos". Mas ainda a quem partilha de opinião contraria, " não gostei da organização e no que toca as fileiras para aquisição dos freepass de entrada no recinto do evento ficaram aquém do desejado" disse Gerson Tavares.

O festival da Gamboa foi realizada com a organização da Camara Municipal da Praia.

terça-feira, 9 de maio de 2017

CVMA 2017

Nelson Freitas com quatro prémios e Djodje com três, incluído a Melhor Música Popular do Ano, com a música “La Ki Nos é Bom”, foram os mais premiados na VII edição dos Cabo Verde Music Awards (CVMA).


A gala de entrega dos prémios, que teve lugar sábado, no espaço FIC, Cidade da Praia, começou depois das 22:00 com a performance de dança do grupo Djam Projects em homenagem ao continente africano, e terminou por volta das 01:15, num certame que teve “casa cheia” para prestigiar a música cabo-verdiana.

A edição deste ano, que reduziu as categorias para 16 e introduziu a figura de “Menções Honrosas”, atribuiu os troféus destas menções para os artistas Zé Rui de Pina (Artista Solidário), Jorge Humberto (Compositor), Santos Nascimento (Animador da Comunicação Social) e DjIleno (Dj).

A outra “Menção Honrosa” denominada “Músicas da Nossa Vida” foi atribuída à composição “Força di Cretcheu”, do poeta Eugénio Tavares, uma morna interpretada na gala pelos nomeados na categoria “Melhor Morna”  Tété Alinho, Cremilda Medina e Rui de Bitina.

Em termos de prémios destacam os mais nomeados Nelson Freitas com quatro, Djodje três e Loony Johnson com dois a igualar a Ceuzany.

Nomeado em seis categorias, Nelson Freitas, que se encontra num concerto em Angola, no âmbito da promoção do seu recente álbúm “Four”, do qual venceu os prémios de “Álbum do Ano”, Melhor Videocli e Melhor Kizomba (Back of Dawn) e Melhor Colaboração com o tema “Nha Baby” feat Mayra Andrade.

Já Djodje, que estava nomeado em cinco categorias arrebatou três troféus, Melhor em Palco, Melhor Intérprete Masculino e Música Popular do Ano com a música que gerou polémica “La Ki Nos é Bom” por parte de algumas pessoas, alegando que a mesma “incita” ao uso de álcool.

Apesar da polémica, a música tornou-se “sucesso e caiu na boca do povo”, acabando por vencer a “Música Popular do Ano”, uma categoria que é decidida pelo público através da votação.

O artista, o segundo que mais prémios levou para casa, aproveitou o momento e explicou que, como autor vê as coisas na sociedade e procura retrata-las da “melhor forma possível”, referida na sua música.

“Atenção! No meu ponto de vista, gostar de ‘kumi e bebi’ (comer e beber) não é nada demais. Somos um povo de muitas dificuldades, mas gostamos de viver ‘sabi’ (bem) com o pouco que temos. Mas não esqueçamos: ‘kumi e bebe’ com moderação”, esclareceu.

Por seu turno, Loony Johnson, que esteve  nomeado em cinco  categorias, venceu duas, Melhor Produtor Musical com o albúm “Belive” e Melhor Afrohouse/Afrobeat com “Da kel bu toki” e ainda Ceuzany venceu as duas categorias para as quais foi nomeada: Melhor Música Tradicional com “Cabo Verde la fora” feat Kiddye Bonz e Melhor Intérprete Feminino, uma categoria que já tinha vencido em uma outra edição dos CVMA.

Hélio Batalha, que na edição anterior, foi Artista Revelação e venceu na categoria Melhor Rap/Hip Hop/RNB, voltou a vencer nesta categoria com o tema “Nkre ser” do seu primeiro álbum “Carta D’Alforia”.

Nish Wadada,  Téte Alinho e Tony Frank, que estiveram nomeados em apenas uma categoria, venceram na mesma, Melhor Ritmo Internacion (Jah Caling), Melhor Morna (Mindel de Mãe Auta) e Melhor Funaná (Enginhero di Conbersu), respectivamente.

Assol Garcia, que estava nomeada em quatro categorias levou o prémio de “Artista Revelação” e Cremilda Medina em dois, não levou, mas acabou por ser a arista “mais popular na Internet”, levando o prémio “extra-concurso” intitulado “Sapo Award” com “Raio de Sol”.

Durante a gala actuaram artistas convidados, nomeadamente os Calema, Richie Champbell, Nancy Vieira, Thiery Cham e Chando Graciosa e também os nomeados na categoria Música Popular do Ano presentes, Djodje e Loony Johnson.

O Prémio Carreira deste ano foi para o tocador de gaita Bitori Nha Bibinha, uma homenagem que a organização justifica com o facto de este “icone do funaná” estar com um “projecto internacional muito grande”.

Fonte: Inforpress.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Shows de Anselmo Ralph adiados para Setembro

A informação foi avançada pelo representante da Multi-Eventos, Eurico Évora, na manhã desta sexta-feira (5).



Os espetáculos do artista angolano, Anselmo Ralph, previstos para este fim-de-semana, nas ilhas de São Vicente e Sal, foram adiadas para o mês de Setembro. A informação foi avançada pelo representante da Multi-Eventos, Eurico Évora, na manhã desta sexta-feira (5).

Faltando apenas um dia para a actuação de Anselmo Ralph, em Mindelo, a empresa responsável pela produção decidiu adiá-la para Setembro, por “motivos técnicos e de produção”, conforme fez saber Eurico Évora.

“Tudo estava correndo muito bem, no entanto estávamos com dificuldades em cumprir alguns requisitos que eram bastante importantes e por isso achamos melhor adiar e dar um espetáculo com mais qualidade como o público de Cabo Verde merece”.

Perante o embaraço deste imprevisto, este responsável endereçou um pedido de desculpas aos fãs que ansiosamente aguardavam pelo regresso do autor de hits, como “Não me toca” e “Única mulher”.

Aos que adquiriram os bilhetes para o concerto, Évora, garantiu que serão reembolsados, nos mesmo locais onde os adquiriram. Os que levantaram os bilhetes via caixas vinti4, deverão dirigir-se aos bancos a que as contas pertencem, de modo a serem reembolsados.

Convém recordar que a organização por detrás da vinda de Anselmo Ralph a Cabo Verde, na quinta-feira já tinha anunciado o cancelamento do show na cidade da Praia, para esta sexta-feira. Entretanto o motivo avançado era a falta de adesão do público, provavelmente devido a realização de outros eventos culturais na capital do país (a gala dos Cabo Verde Music Awards – CVMA).
Anselmo Ralph era esperado já esta sexta-feira (6) na cidade da Praia.

Fonte: ANação





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